REFLEXÕES SOBRE A GUERRA

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ANTÔNIO NOVAIS TORRES

O Exército condecora e glorifica, com medalhas e elogios na Ordem do Dia, os criminosos que matam fria, cruel e calculadamente, criaturas que nunca lhe fizeram o menor mal e que ao menos os conhecem. 

 Esse é o prêmio da brutal e feroz ação   do militar  que atua na frente de batalha. É a animalização do homem.

 Os patriotas são estimulados   pela nação beligerante e os obrigam, por lei, a participarem do conflito. Os que se veem revoltados e desesperados pela moral do Estado, são condenados por deserção. Não se condoem, exigem esse sacrifício e proclamam o dever de participar.

Os mandões e os tubarões do poder, fomentadores da Guerra, ficam em seus gabinetes, tranquilos, seguros, desenvolvendo estratégias, dando ordens ao exército ao extermínio do inimigo – o dever de matar.

 A vingança e a ambição da expansão territorial e o interesse pelas terras raras e ricas e outros minérios, atraem os magnatas das indústrias com apoio do Governo, que inventam uma desculpa para a guerra de conquistas.

Esse procedimento envenena a alma dos promovedores da guerra, e leva o seu povo ao sofrimento pelas consequências advindas do conflito.

Muitos jovens e velhos são arregimentados para o front, sem que haja o compromisso e a consciência de os preservar, em conformidade com a idade.

Nas guerras atuais são utilizadas as novas tecnologias como os drones, mísseis e a parafernália tecnológica mortífera utilizadas pelos exércitos, cujos objetivos atingem não só os alvos militares, mas também, os civis inocentes que nada têm a ver com a guerra. Além do temor da bomba atômica, se utilizada.

As bombas lançadas no Japão em Hiroshima e Nagasaki, produziram cenas terríveis e dantescas aos atingidos.

 Uma das consequências do conflito é a hegemonia bélica de países que agridem os de menor capacidade bélica defensiva, por interesses, e os atacam sem medo de represálias. Matam crianças, velhos, mulheres gravidas e cidadãos comuns. Agem sem dó nem piedade.

É importante divulgar e mostrar a todos, os horrores da guerra, a brutalidade do massacre humano, e as consequências dessa loucura. Em muitos casos uma psicose do nacionalismo.

As consequências das guerras de 1914 e 1939, a 1ª e 2ª guerras mundiais, ainda hoje, são sentidas.   Constata-se o despertar da brutalidade referente ao homem, cruel, guerreiro e feroz, que encharcou o mundo de sangue. Daí os países clamar pelo combate à GUERRA. GUERRA NUNCA MAIS.

“No dia em que os homens deixarem de ser maus, quando se compreenderem mutuamente e quando tiverem esmagado dentro de si o egoísmo, o orgulho, a inveja, a ambição e o instinto feroz da autoridade animal, nesse dia, [haverá] harmonia e [felicidades.]”. (Afonso Schmidt).

 Diante de tudo isso é necessário é preciso divulgar os ditames do maior revolucionário que o mundo conheceu, Jesus Cristo, o Grande Profeta da Paz Universal. Em um de seus mandamentos asseverou:  NÃO MATARÁS.

As discórdias entre os povos e as guerras, alimentam as indústrias armamentistas, são insaciáveis e visam o poder político e econômico de seus negócios, sem se preocupar com as consequências das armas que produzem.  

“Cristo nunca se colocou ao lado de governos fortes e poderosos para fazer guerras; esteve sempre ao lado dos explorados e dos humildes contra os opressores e os potentados. Viveu entre os párias afrontando a ira dos poderosos com palavras candentes” […] (Aníbal Vaz de Melo).

Que os ensinamentos de Cristo sejam observados, para um mundo melhor, e o bem da Humanidade.

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Jornal Digital EdiÇÃo Digital – 759